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Após renovação operada no corrente ano de 2005, a Estardalhaço Brass Band aparece agora com uma nova formação, adaptando os instrumentos que compõem a banda ao novo estilo. Introduzidos mais um trombone e um saxofone, o estardalhaço readapta-se assim a Brass Band. A força sonora de seis sopros e uma bateria tocam agora um jazz mais actual, o “street funk”, “second line” e os standards rearranjados em balanços inesperados, tomam forma na maneira de actuar deste grupo. Estes espectáculos apresentam-se em duas vertentes: em concerto e em animação de rua, tendo esta última uma interacção com o público difícil de igualar. A acção do grupo nestes últimos anos tem-se revelado bastante multifacetada com presença em festivais de jazz, concertos em clubes de jazz, workshops, televisão, rádio e ainda no cinema.
· I Festival de Jazz de Valado dos Frades / 1999 · Festival de cinema Filmóbidos / 1999 a 2001 · I Festival de Jazz de Óbidos / 2001 · I Festival de Jazz no Teatro S. Luís / 2003 · Festivais de Jazz de Lagoa / 2003 a 2005 · Hot Club de Lisboa · Speakeasy, Lisboa · Centro Cultural de Belém
Invertendo uma comodidade que se instala na postura de muitos grupos em relação à política das editoras, (da não promoção de tudo o que não é musica pop ou rock), apostam na edição do seu próprio CD “ OLD TRADITION NEW INGNITION ”; é o primeiro registo fonográfico editado em 2000. Este CD consta da lista de recomendações de discos do crítico de jazz José Duarte. Participação na Banda Sonora de um filme de Margarida Gil com música de João Gil.
ANTÓNIO MORAIS - Trompete ANDRÉ MURRAÇAS - Saxofone tenor LUÍS CASCÃO - Bateria LUÍS CUNHA - Trombone MÁRIO MARQUES – Saxofones alto e soprano RÚBEN SANTOS – Trombone SÉRGIO CAROLINO - Sousafone
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