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VASCO AGOSTINHO

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Quarteto de Vasco Agostinho in tempus

Vasco Agostinho guitarra
Jeff Davis vibrafone
Demian Cabaud contrabaixo
Bruno Pedroso bateria

A música, sobretudo a improvisada, reflecte a essência do próprio músico que a interpreta, quer a solo, quer em grupo. E para isso contribuem factores por vezes tão subtis como aqueles que originam os próprios sonhos, que apesar de tantas vezes distantes da razão, são sempre o perfeito reflexo dum estado d’alma.

O novo trabalho de Vasco Agostinho reúne, sob a sua direcção, músicos que partilham com ele a convicção de que, mais do que as linguagens, as estéticas, as tradições ou as modas, a música vive na tradução do íntimo de cada interveniente, seja ele músico ou ouvinte.

Por isso que este projecto assenta muito especialmente na espontaneidade como método de criação artística, com a finalidade de enriquecer cada som com um novo elemento para a teia de sensações experimentadas pelos intervenientes, tornando o concerto numa experiência única e completa, usando para isso um repertório variado que inclui não só composições originais, como também temas do cancioneiro português, e de outras linguagens raramente incluídas no universo do Jazz.

BIOGRAFIAS

Vasco Agostinho (guitarra)

Iniciou os estudos em 1990 na Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal, é convidado um ano depois pela direcção pedagógica desta escola a leccionar a disciplina de guitarra, combo e de diversas disciplinas teóricas.

Estudou com músicos como Hal Galper, Reggie Workman, Red Mitchell, Jim Leff, Phil Markowitz, Armen Donelian, Bruce Barth e Ron Jackson, entre outros, e foi já especialmente elogiado por Kevin Hays, Bruce Barth, Reggie Workman, Javon Jackson, Lennie White e Barney Kessel. Tocou já em inúmeras salas de espectáculo e clubes em Portugal e Espanha, com músicos como Albert Bover, Carlo Morena, Kevin Hays, Bernardo Sasseti, Chris Higgins, Ed Howard, Mário Franco, Carlos Barreto, António Sanches, Alexandre Frazão, David Xirgu, André S. Machado, Carlos Vieira, Aldo Cavíglia, Nanã de Sousa Dias, Paul Young, Eduardo Santos, Cris Alexander, Laurent Filipe, Klaus Nymark, Kiko, Danny Silva, entre outros.

É professor na escola de Jazz Luís Villas-Boas desde 1991, e frequentemente é convidado para ministrar workshops e masterclasses sobre jazz em geral, técnicas de estudo e guitarra de jazz. É também por vezes procurado como professor de guitarra, improvisação e técnicas de estudo, por recém licenciados em cursos na Europa e Estados Unidos, É director musical de vários grupos para os quais compõe e faz arranjos, entre os quais se destacam os projectos “Fresco”, (cujo disco ficou entre os favoritos da critica em 2006), e “In Tempus” (Novo projecto do Quarteto de Vasco Agostinho).

Para além da sua carreira como guitarrista e compositor, tem dedicado grande energia à divulgação e ao ensino do Jazz, com o interesse claro em torná-lo mais acessível ao público em geral.

Press:

  • João Pedro Oliveira in Diário de Notícias, 8 de Abril de 2006
    “(…) segurança notável do discurso como guitarrista e na solidez do seu universo como compositor.” 4/5 estrelas

  • Sofia Freire in Jornal de Letras, 14 de Abril de 2006
    “O fraseado de Vasco Agostinho na guitarra é claro e equilibrado, num diálogo com a doçura e a vivacidade do saxofone de Jorge Reis. Nas suas mãos, a complexidade da música soa de uma forma muito simples. O contrabaixo de Hugo Antunes e a bateria de Bruno Pedroso, sempre no ponto da sensibilidade, completam a essência deste quarteto que acaba de se estrear com o álbum Fresco.”

  • Bruno Filipe Pires in MediaReport, 23 de Abril de 2006
    “… um trabalho de jazz moderno escrito com virtuosismo num vocabulário variado de influências étnicas e paisagens rítmicas. (…) Muitos adjectivos para Fresco. Todos bons.”

  • Raul Vaz Bernardo in Expresso, 10 de Junho de 2006
    “A clareza do seu fraseado, as ideias e emoção postas na música atestam um instrumentista de enorme potencial com uma capacidade de composição invejável. (…) a qualidade temática é uma constante. Outro factor admirável em Fresco é a empatia entre os músicos do quarteto. (…) Uma grande estreia dum
    guitarrista cheio de arte, com uma lucidez musical que lembra Jim Hall.” 4/5 Estrelas

 

Bruno Pedroso (bateria)

Nasceu em Lisboa em 1970. Começou o estudo do intrumento em 1987 com alguns bateristas experientes. Mais tarde ingressou na Academia de Amadores de Música e paralelamente na escola de jazz do Hot Clube de Portugal.

No ano seguinte começou a tocar profissionalmente com uma grande variedade de bandas, gravando um disco com os “Mler if Dada”, banda na qual permaneceu durante dois anos. Mas a sua integração no circuito do Jazz deu- lhe oportunidade de tocar com alguns dos mais reconhecidos músicos portugueses como é o caso de Nanã Sousa Dias, Tomás Pimentel e Carlos Mendes. Isto levou-o a estudar com Allan Swanson.

Até 1995 continuou a participar em espectáculos e gravações com bandas portuguesas de diferentes naturezas. Aqui estabeleceu algumas ligações que ainda mantém com músicos da vanguarda do jazz, o que o levou a gravar com cantoras célebres como Maria João e Dulce Pontes.

Neste mesmo ano foi convidado para dar aulas de Bateria na escola de Jazz do HCP e participar no Festival de Percursão organizado pela Fundação Calouste Gulbenkian, sob a direcção do lendário Max Roach.

Desde então só se dedica à área do jazz, tocando com entidades como os Irmãos Moreira, Carlos Barretto, Carlo Moreno, Paula Oloveira, Carlos Azevedo, Pedro Guedes, André Fernandes e Zé Eduardo. Neste contexto gravou com Fátima Serro, Mário Santos, Maria Anadon e Paulo Gomes.

Como freelancer toca regularmente em Portugal com músicos estrangeiros como Rich Perry, Phil Markowitz, Ricky Ford, Chis Kase, Stephano D’Anna, Eli Degibri, Peter Epstein, Bob Sands, François Theberge, Rolf Delfus, Avishai Cohen, Rick Margitza, Victor de Diego, Ron Jackson, Bart Deffort, John Ellis, Dave O’Higgins e Jesus Santandreu.

Em 1999 foi para nova Iorque por um período de 4 meses para fazer uma “reciclagem musical”. Aí estudou na “Drummers Collective” com famosos os bateristas Jorge Rossi, Jim Chaplin, Carl Allen, Kenny Washington, Leon Parker, Steve Berrios, Ralph Peterson Jr. e Adam Nussbaum.

Jeff Davis (vibrafone)

Nasceu no Canadá, em 1981 e vive em Portugal desde 1985. Começa muito cedo os seus estudos musicais, iniciando-se rapidamente na percussão. Posteriormente, ingressa no Conservatório Calouste Gulbenkian, em Aveiro, sob a orientação do Professor Vasco Rodrigues.

É na Escola Profissional de Música de Espinho (EPME), que estuda, com os Professores Miguel Bernat, Mário Teixeira, Paulo Oliveira, Joaquim Alves e Pedro Carneiro, e finaliza o recital de curso com 19 valores.

Paralelamente, realiza vários concertos com o grupo de percussão, com a Orquestra de Sopros e com a Orquestra de Cordas da EPME, tocando a solo “Concerto para Marimba e Orquestra”, do compositor Ney Rosauro, no festival de Jovens Músicos em Murcia (Espanha).

Participa em vários seminários com músicos como Ricardo Fernandez (Percussão Latina), Kroumata Percussion Group (Música de Câmara), Jesus Chapi (Vibrafone Jazz) e Emmanuel Séjourné (Vibrafone).

Em Julho de 1998, frequenta o curso de verão da Berklee College of Music, nos E.U.A, tendo a oportunidade para trabalhar com os vibrafonistas Gary Burton, Ed Saindon, Dave Samuels e Vitor Mendoza.

Em meádos dos anos 90, é admitido na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (ESMAE), no Porto. Durante a sua permanência, na ESMAE, estuda com Miguel Bernat e Manuel Campos, realiza vários estágios com a Orquestra Sinfónica da Escola, frequenta uma Master Class com o percussionista Steven Schick (Multi-Percussão) e integra o Drumming Grupo de Percurssão.

É no Drumming que efectua vários concertos na Europa, faz várias estreias mundiais de obras escritas por compositores nacionais e internacionais como, Mário Laginha, João Pedro Oliveira, Emmanuel Nunes, Carlos Azevedo, Jesus Torres, Emmanuel Séjourné, entre outros.

Em Março de 2002, obtém o primeiro prémio no Concours International de Jazz, em Paris, conquistando uma bolsa de estudo para frequentar o curso na Berklee College of Music. Conclui o curso da ESMAE, em Novembro do mesmo ano (2002), com a nota máxima (20 valores).

Em Janeiro de 2003, desloca-se para os Estados Unidos, onde inicia o curso de Jazz Performance Vibraphone, na Berklee College of Music, que termina em Maio de 2006, com o estatuto de Summa Cum Laude. Destaca-se o vibrafonista de topo da Escola.

Ganha inúmeros prémios atribuídos pela Berklee, nomeadamente, o prémio de Most Active Mallet Player, o Gary Burton Scholarship e o prémio por excelência académica Dean of Curriculum.

Recebe também do IAJE ( International Association for Jazz Education ) o prémio de Outstanding Musicianship.

É nos Estados Unidos que tem a oportunidade de trabalhar com músicos de jazz, como Hal Crook, Joe Lovano, Gary Burton, Dave Liebman, Dave Samuels, Phil Wilson, Terrence Blanchard, Michel Camilo, Steve Swallow, Bob Mintzer, Ed Saindon, Vitor Mendoza, Roswel Rudd, Alex Terrier, Brian Baker, entre outros.

Actualmente, mantém-se activo no mundo do jazz e clássico, realiza Master Classes e faz vários concertos com músicos nacionais e internacionais.

 

Demian Cabaud (contrabaixo)

Nasceu em Buenos Aires, Argentina em Dezembro de 1977. Iniciou os seus estudos musicais em 1996 no Instituto Tecnológico de Musica Contemporânea (Buenos Aires) onde completou o curso de Música Popular Americana em 1999.

Em 2000 iniciou os estudos de contrabaixo com Hernan Merlo, Director do Departamento de Contrabaixo da Escola de Musica de Avellaneda, B.A. Nesse mesmo ano terminou os seus estudos na Berklee International Network School e recebeu uma Menção Honrosa do Conservatório Souza Lima, S.Paulo, Brasil.

Em 2001 continuou os estudos com o maestro Miguel Angel Villaroel, 1º contrabaixo da Orquestra Filarmónica de Buenos Aires. No mesmo ano recebeu uma bolsa de estudo da Berklee College of Music, Boston, EUA onde obteve o seu Diploma em Professional Musicem 2003. Aí estudou com Joe Lovano, Hal Crook, George Garzone, Ed Tomassi, Dave Santoro, John Lockwood, Wit Brown, Frank Carlberg, Danilo Perez, entre outros.

A sua experiência como contrabaixista inclui actuações em:
- Azul Jazz Festival, 2000 (Buenos Aires, Argentina)
- Festival de Jazz de Lomas de Zamora, 2001 (Buenos Aires)
- Orquestra de Câmara da Universidad de Salvador,2001 (Buenos Aires)
- Litchfield Jazz Festival, 2002 (Connecticut, EUA)
- Monterey Jazz Festival, 2003 (Califórnia, EUA)
- Yoshi’s Jazz Club, 2003 (S. Francisco, EUA)
- Blue Note Jazz Club, 2003 (Nova York, EUA)
- Le Petit Journal de Montparnasse, 2003 (Paris, França)
- Les Sept Lizards, 2003 (Paris, França)
- Alxeri Jazz Club, 2003 (S. Sebastian, Espanha)
- Hot Clube de Portugal, 2003, 2004 (Lisboa, Portugal)
- Centro Cultural de Belém, 2004 (Lisboa)

Fez parte da secção rítmica, num vídeo educacional, de Joe Lovano. Fez parte del disco editado pela fresh sound records de Leo Genovese “haikus II”.
Tocou com Darren Barret, Akili Jamal Haynes, Walter Smith, Kendrick Scott, Christian Scott, Ferenc Nemeth, Nuno Ferreira, Afonso Pais, André Fernandes, André Matos, Francisco Pais, Bruno Pedroso, Jorge Reis, João Moreira, entre outros.

 

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