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António Palma & Marta Plantier

 

Marta Plantier

Nasceu em Lisboa a 8 de Julho de 1974; com uma infância sempre muito ligada aos meios da música e do palco, filha de bailarina, neta de pianista, esta jovem intérprete cresceu já com a arte que lhe está na massa do sangue. Iniciou dança clássica aos 5 anos de idade e continuou afincadamente até aos 13, idade em que frequenta o Conservatório Nacional de Lisboa.

Frequentou aulas de teatro e música na Academia dos Amadores de Música. Mais tarde frequenta a escola de jazz do "Hot Clube de Portugal". Em Barcelona participa de um workshop de jazz com Milli Barnejo.
Em 1993 e 1994, na Casa de Mateus em Vila Real, está presente nos workshops com Norma Winstone.
Nesta mesma altura, faz dois anos de técnica vocal com Elsa Braga e, a partir daí, nunca mais parou...

António Palma – Pianista


Iniciou os seus estudos musicais muito jovem numa classe de acordeão. Estudou música no Conservatório Regional do Algarve e mais tarde no Conservatório Nacional em Lisboa, no curso de Piano.

Começa a sua actividade de músico profissional em 1983, no Algarve, local onde residiu. Em 1988 muda-se para Lisboa e integra um grupo de Jazz/ Fusão do saxofonista Nanã de  Sousa Dias e tem a oportunidade de tocar na edição do “Cascais Jazz 1988”. Desde então e essencialmente na qualidade de autodidacta no Jazz, participa em vários seminários de Jazz com músicos como George Cables, Phil Markowitz, Gary Bartz, Chico Freeman entre outros...

Participa em projectos com inúmeros músicos: Massimo Cavalli, Alice Day, José Menezes, Alexandre Frazão, David Gausden, Eddie Goltz, Carlos Miguel, Laura Ferreira, João Ferreira, Laurent Filipe, Maria Anadon, Davide Zaccaria, Bill Goodwin, Melissa Walker, Jean Mark Charmier, Guto Lucena, Marta Plantier,  Davide Alfano, Kristin Korb, José Soares, Lars Arens...

Durante quatro anos colabora com o Hotel Meridien Lisboa na direcção musical das noites de Jazz “Á volta do Jazz“ por onde passaram dezenas de músicos ligados a essa área musical.

Em termos pedagógicos leccionou em várias escolas: Escola Profissional da Sobreda (Almada), Jb Jazz (Lisboa), Musicland (Mafra) e Nota Azul (Torres Vedras).

Participa em várias orquestras de formato Big Band - "Blue Notes", "Caravan" - e muitas outras em festivais RTP da canção, Prémio Bordalo Pinheiro, Galas SIC, etc.

Com uma experiência vasta noutras áreas musicais, participa em concertos e apresentações televisivas com Tet Vocal, Paulo de Carvalho, Carlos Alberto Moniz, Carlos do Carmo, Sara Tavares, Anabela*, Fernando Pereira*, Francisco Ceia*, Carlos Guilherme, Adelaide Ferreira*, Fernando Tordo*, entre outros...

* Direcção Musical
Com estes e outros projectos tem a oportunidade de tocar em diversos países: Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné, E.U.A., México, França, Luxemburgo, Suiça, Itália e Austrália.

Participa em vários programas de televisão na qualidade de pianista, director de orquestra e arranjos.
É pianista e director musical das noites de Jam Session do clube Speakeasy entre 2000 e 2004, com a participação de dezenas de músicos dos mais variados países.

Tem realizado inúmeros espectáculos de “encomenda” para autarquias e associações culturais, destacam-se “Ladies In The Blues”, “Homenagem a Zeca Afonso”, “Soul & Funky Collective”.

Direcção artística em variados eventos culturais: Festival Lagoa Jazz edições de 2003 a 2006, Ciclo Sons de Violoncelo, Festival de Jazz de Portimão 2005 e 2006, entre outros.

 

Entre 1994 e 1995, na SIC, participa no conhecido programa "Chuva de Estrelas", onde canta o tema "Respect" de Aretha Franklin, que a leva à final no Coliseu dos Recreios, em Lisboa. Alguns meses mais tarde, tambem na SIC, apresenta o programa musical "Top SIC". Neste período forma o duo "White Sisters", com a sua amiga Patrícia Antunes, actual back vocal de Sananda Maitreya (Terence Trent D'Arby).

Em 1998, para a EXPO, entrou na peça "O Rapaz de Papel", em cena no Teatro da Trindade, em Lisboa, encenada por Juan Fontes dos "El Comediants" e musicada por Pedro Abrunhosa.
No ano de 2000, na "Casa do Artista" em Lisboa, participa como cantora na peça "Trainspotting", baseada no romance de Irwin Welsh.
No mesmo ano, assina contrato com a Emi Portugal e em 2001 lança o seu primeiro álbum de originais, intitulado "Marta Plantier".

A 29 de Setembro do ano de 2001 são-lhe atribuídos os prémios "Revelação do Ano" pelo jornal "Diário de Noticias" e pela "Casa da Imprensa".
A 24 de Outubro de 2002 recebe em Leiria outro prémio "Revelação", neste caso, como "Revelação Feminina do Ano" pela "Rádio Central FM".

Actualmente, encontra-se a trabalhar no seu novo álbum com temas próprios, um dos quais "Calçada diabólica", incluído na colectânea "Project" editada em Dezembro de 2002 para novos talentos da música portuguesa e actualmente à venda.

Marta Plantier brilha entre os demais da cena pop portuguesa pela sua empolgante técnica vocal e extrema sensibilidade que em palco lhe auferem uma presença suigeneris.  Do jazz, ao soul, hip-hop e blues, o seu estilo musical é dinâmico e energético.

 

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